Uma crise humanitária sem precedentes está em curso bem agora, na Terra Indígena Yanomami no Norte do Brasil, sob os olhos estupefatos de todos que se preocupam com os destinos da floresta e dos povos originais que a habitam.
A crise é antiga, mas sob a gestão do atual governo Lula da Silva, a situação tem se agravado de forma inacreditável.
Dados do Ministério da Saúde apontam que entre 2023 e 2025 foram registradas 1138 mortes de indígenas na Terra Yanomami. No governo Bolsonaro o número de óbitos foi de 951 entre 2019 e 2021 – informaram a Gazeta do Povo e o Diário do Poder.
O crime organizado, agora infiltrados no desmatamento ilegal, no tráfico de animais silvestres, no garimpo e as doenças têm sido os agravos mais relevantes à sobrevivência daqueles povos na Região Amazônica.
A malária e a desnutrição persistem na Terra Yanomami. O Diário do Poder publicou um link para o “Informe 09 da Missão Yanomami” mostrando os dados do Centro de Operação de Emergências (COE) Yanomami do Ministério da Saúde, divulgado em 09/07/2026.
O cenário alarmante mobilizou até o Presidente do STF, Ministro Edson Fachin, e a Senadora Damares Alves, Presidente da Comissão dos Direitos Humanos no Senado, para uma união de forças a fim de monitorar de perto a crise.
O Ministério dos Povos Indígenas, o primeiro exclusivo sobre o tema – chefiado por Sonia Guajajara parece ineficaz, impotente, diante do quadro que tem causado perplexidade a todos.
Segundo a Revista Veja, muito dinheiro tem sido gasto, de fato, em ações na região, mas o drama segue o mesmo. As verbas e os cargos mobilizados não diminuíram as mortes.
O atual governo contesta os dados divulgados pela imprensa, alegando em nota à Revista Veja, falta de contextualização epidemiológica, histórica e operacional.
Entretando são bons para culpar outros governos, especialmente o do Presidente Jair Bolsonaro. E sem contextualizar também, que o mesmo, governou o país sob uma das maiores crises sanitárias que a humanidade já passou.
O Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, compartilhou no dia 21/08 na sua conta no X, o print de uma matéria jornalística sobre o assunto, indagando, “Já pode chamar de genocida?” – noticiou a Revista Oeste.
De acordo com o Portal Amazônia, os Yanomami são um dos maiores povos indígenas relativamente isolados da América do Sul.
Já pode chamar de genocida? pic.twitter.com/uKKOJdpplA
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) August 21, 2026
Imagem da Capa – Aldeia Yanomami – Foto – Portal Amazônia – Reprodução








